Machu Picchu – A Cidade Sagrada

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              Finalmente, depois de muito sonhar, chegou o dia de conhecer Machu Picchu. E graças as circunstâncias que nos fizeram estar lá em janeiro,(que é o mês menos indicado para se visitar MP), pudemos aproveitar todos os momentos com a calma e a tranquilidade que o local requer. Assim, acordamos sem o estresse da hora, e tomamos o nosso café com toda a calma do mundo, e em seguida partimos para a aventura. Embora estivéssemos em Machu Picchu Pueblo/Águas Calientes, era necessário ainda pegar um micro-ônibus para chegar ao santuário. Embora não fosse tão cedo, não tivemos que enfrentar fila, para comprar o ticket, pois não havia praticamente ninguém, ao contrário do que havia lido em praticamente todos os blogs de viagem.

                    O dia estava lindo, nenhuma nuvem no céu, que pudesse significar ameaça de chuva, apesar da ameaça ser real. De Águas Calientes para Machu Picchu, leva-se em torno de 20 minutos, numa subida cheia de curvas até alcançar o topo. Como já havíamos comprado os ingressos no Brasil, só tivemos que contratar um guia. O tour com a nossa guia durou em torno de 2 horas, ao final saímos do parque, lanchamos e entramos de novo, com todo tempo para explorar e tirar todas as fotos.

Primeira foto oficial da família, pronta para iniciar o tour.

                       Faltam palavras para descrever o que senti, quando me vi no topo da montanha, com todas as outras montanhas circundando a nossa, as nuvens ao alcance dos olhos,  e a cidade de pedra esperando para ser visitada, foi pura emoção. Tive o mesmo sentimento, quando conheci Fernando de Noronha, você pode ver milhões de fotos, ouvir milhões de relatos, mas sempre ficará abaixo da realidade, e mesmo vendo outras pessoas circulando próxima a você, ainda assim se sentirá em paz, porque a energia do local tem esse poder. Fizemos então a primeira parada, para ouvir as explicações da guia, e tirar a primeira foto oficial da família.

                       Machu Picchu começou a ser construída ao redor de 1450 por Pachacuti Inca Yupanqui, e só foi habitada por um século, por causa da queda do estado Inca. Uma das hipóteses para a construção da cidadela, teria sido, para que a nobreza inca pudesse fugir aos invernos rigorosos de Cusco. Além da nobreza, também habitavam a cidadela, a comitiva sacerdotal, soldados, empregados domésticos e artesãos.

Palácio da ¨Nusta, ou princesa inca. A direita uma parte do Templo do Sol, com o qual está conectado.

               Mas acima de tudo, Machu Picchu era um local sagrado, onde se realizavam cerimônias religiosas e se rendiam culto ao sol.

Porta do Sol, recebeu esse nome por estar próxima ao Templo do Sol

 

Rocha Sagrada

                       Embora não dê para ver nessa foto, a rocha tem a forma da montanha que está atrás. Os incas imitavam as formas naturais porque acreditavam que tinham um caráter sagrado.

                      Os incas consideravam que as pedras  eram seres vivos, e que podiam se converter em humanos e vice-versa. Embora a energia estivesse em todo lugar, não custa nada tentar tocá-la. Turista é turista em qualquer lugar!

                       Depois do tour guiado, ainda ficamos explorando todos os ângulos e locais possíveis, só não subimos a montanha Huayna Picchu. Mas, foi intenso o que vivemos! E ainda recebemos um presente dos Deuses, um lindo dia de sol, no mês de maior índice pluviométrico!


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  1. Pingback: Lima, a última parada – primeiro dia! | ScrapBook

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